Garante primeira consulta ginecológica a meninas no SUS
Isso já vale?
Ainda não é lei
A urgência foi aprovada em 30/06/2026: agora falta a votação com todos os deputados.
Onde está e o que falta?
parado desde 30/06/2026- Apresentado(concluído)última novidade16/10/2025
- Câmara dos Deputados(em andamento)vai direto para a votação com todos os deputados (urgência aprovada em 30/06/2026)Comissão é um grupo de deputados especializado num assunto. Neste projeto, a urgência foi aprovada: ele vai direto para a votação com todos os deputados, e as comissões que ainda não tinham votado dão a opinião delas lá mesmo.
- Votação com todos os deputados(em andamento)está aqui
urgência aprovada em 30/06/2026
Para aprovar: mais da metade dos deputados presentes.
- Votação com todos os deputados(em andamento)está aqui
- Senado(ainda falta)Os senadores analisam. Se mudarem o texto, ele volta para a Câmara.Para aprovar: mais da metade dos senadores presentes.
- Presidente da República(ainda falta)Tem 15 dias úteis (sem contar fins de semana e feriados) para assinar ou recusar o projeto.
- Vira lei(ainda falta)Passa a valer na data que a própria lei disser.
Quando vai ser votado?
Não há votação marcada. Nenhuma regra obriga a votar até uma data — quem decide quando o projeto entra na pauta da votação com todos os deputados é o presidente da Câmara.
Do que se trata?
O projeto prevê a primeira consulta ginecológica informativa e preventiva para meninas a partir dos 10 anos no SUS, acompanhada por um responsável. O texto determina que o Ministério da Saúde elabore o Protocolo Menarca, com temas como vacinação contra o HPV, higiene íntima, preparação para a menstruação e métodos contraceptivos. A proposta dá ao Ministério da Saúde prazo de 180 dias para publicar o protocolo e garantir vacinas e materiais educativos nas unidades de saúde.
Resumo feito com inteligência artificial a partir do texto original — confira o texto oficial
Pode morrer no caminho?
Sim. Se a votação com todos os deputados ou o Senado votar contra, o projeto é arquivado — aí ele morreu. Parado é diferente: só está esperando a vez.
Fonte: Câmara dos Deputados (dados abertos) · ver o andamento na Câmara (abre em outra aba).
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