Cria política nacional de escolas cívico-militares na rede pública
Isso já vale?
Ainda não é lei
Está na Câmara e ainda não foi enviado às comissões.
Onde está e o que falta?
- Apresentado(concluído)última novidade14/10/2026
- Câmara dos Deputados(em andamento)está aquiainda não foi enviado às comissõesComissão é um grupo de deputados especializado num assunto. Quem decide por quais comissões o projeto vai passar é o presidente da Câmara.Em cada comissão, o projeto passa com o voto de mais da metade dos deputados presentes.
- Senado(ainda falta)Os senadores analisam. Se mudarem o texto, ele volta para a Câmara.Para aprovar: mais da metade dos senadores presentes.
- Presidente da República(ainda falta)Tem 15 dias úteis (sem contar fins de semana e feriados) para assinar ou recusar o projeto.
- Vira lei(ainda falta)Passa a valer na data que a própria lei disser.
Quando vai ser votado?
Não conseguimos confirmar se há votação marcada.
Do que se trata?
O projeto cria a Política Nacional de Educação Cívico-Militar na educação básica pública, com adesão voluntária dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A gestão pedagógica deverá ficar com profissionais da educação, e os colaboradores cívico-militares só podem atuar em atividades complementares, sem substituir professores, diretores ou coordenadores. O texto proíbe castigo físico, humilhação pública e punição coletiva nas escolas participantes, que deverão ter canal acessível para reclamações e denúncias.
Resumo feito com inteligência artificial a partir do texto original — confira o texto oficial
Pode morrer no caminho?
Sim. Se a Câmara ou o Senado votar contra, o projeto é arquivado — aí ele morreu. Parado é diferente: só está esperando a vez.
Fonte: Câmara dos Deputados (dados abertos) · ver o andamento na Câmara (abre em outra aba).
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